Mais uma boa sacada dos caras do Kaiser Chiefs.
O detalhe é o seguinte, se você é fã, vai amar, se não conhece, vai gostar e se você não gosta, vai continuar não gostando. Eu achei bacana!
O track lista é o seguinte: Kaiser Chiefs – The Future is Medieval
01 – Back In December
02 – Can’t Mind My Own Business
03 – Child Of The Jago
04 – Coming Up For Air
05 – Cousin In The Bronx
06 – Dead Or In Serious Trouble
07 – Fly On The Wall
08 – Heard It Break
09 – I Dare You
10 – If You Will Have Me
11 – Little Shocks
12 – Long Way From Celebrating
13 – Man On Mars
14 – My Place Is Here
15 – Out Of Focus
16 – Problem Solved
17 – Saying Something
18 – Starts With Nothing
19 – Things Change
20 – When All Is Quiet
O link é o seguinte: http://migre.me/52MPJ Enjoy friends!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Disco para Download! Neil Young – A Treasure (2011)
O novo disco do mestre Neil Young, para variar, vai fazer você repensar a maneira como ouve rock.
Escuta aí enquanto é tempo! E se prepare, pois ele deverá vir ao Brasil ainda este ano!
Track list: Neil Young – A Treasure
01 – Amber Jean
02 – Are You Ready For The Country
03 – It Might Have Been
04 – Bound For Glory
05 – Let Your Fingers Do The Walking
06 – Flying On The Ground Is Wrong
07 – Motor City
08 – Soul Of A Woman
09 – Get Back To The Country
10 – Southern Pacific
11 – Nothing Is Perfect
12 – Grey Riders
O link de download é este aqui! > http://migre.me/52MMR Enjoy!
Escuta aí enquanto é tempo! E se prepare, pois ele deverá vir ao Brasil ainda este ano!
Track list: Neil Young – A Treasure
01 – Amber Jean
02 – Are You Ready For The Country
03 – It Might Have Been
04 – Bound For Glory
05 – Let Your Fingers Do The Walking
06 – Flying On The Ground Is Wrong
07 – Motor City
08 – Soul Of A Woman
09 – Get Back To The Country
10 – Southern Pacific
11 – Nothing Is Perfect
12 – Grey Riders
O link de download é este aqui! > http://migre.me/52MMR Enjoy!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
O Blues e a história – Parte II - Robert Johnson
Na década de 30 o blues já tinha certa fama no interior dos Estados Unidos, sobretudo nas regiões onde a classe trabalhadora era mais difundida. Foi justamente nesta época que surgiu um dos nomes mais influentes e idolatrados da história do blues, o grande mestre Robert Johnson.
Nascido em 1911, negro e descendente de escravos, o pequeno Robert foi criado em uma fazenda de algodão. Assim, trabalhando no campo desde criança, teve pouca instrução, aprendendo a tocar seu primeiro instrumento, a gaita, sozinho. Quando começou a entrar na maioridade, fugiu de casa para aprender a tocar violão com outro bluseiro de primeira, Son House.
Logo passou a tocar junto com os músicos que mais o influenciaram, Charlie Patton e Willie Brown, além do próprio Son House. Juntos, perpetuavam o que se costuma chamar de country blues; o blues rural ou delta blues, pois vinham da região do delta do Mississippi.
Com vinte anos, Johnson descobriu como fazer sua guitarra chorar usando o gargalo de uma garrafa quebrada, deslizando-a pelas cordas. Já se apresentando sozinho, foi o autor de uma série de composições que retratariam diversas amarguras da vida, desde a rejeição carnal até o desconforto espiritual.
Suas letras falam de amores violentos, como em "Ramblin' On My Mind" e amores perdidos como em "Love In Vain". Com um certo senso de sutileza, ele fala sobre sexo em letras como a de "Traveling Blues", onde utiliza analogias do tipo "Squeeze my lemon till my juice runs down my leg" ("Espreme meu limão até o suco escorrer pelas minhas pernas") frase hoje mais lembrada na voz de Robert Plant quando este pertencia ao Led Zeppelin. Johnson também falava de perseguição e desespero em canções como "Me And The Devil" e "Hellbound Trail". Essas letras ajudaram amarrar a lenda de um pacto entre o diabo e o bluesman, lembrado até hoje.
A LENDA - Conta-se que Robert Johnson caminhou até uma encruzilhada em uma noite de lua nova e lá ficou parado, com um cigarro de palha na boca e seu violão na mão. Reza a lenda que quando deu meia noite, o próprio diabo em forma de homem apareceu para afinar o instrumento. Robert então teria feito um pacto com o tinhoso para que ele o tornasse o maior bluesman que já havia caminhado pela terra.
A partir daí, todos que ouvem suas músicas são encantados por ela. Na verdade Robert Johnson tocava um violão excelente e é mais provável ser a inveja, a origem das lendas que apareceram.
Johnson costumava tocar quase que de costas para o seu público. As pessoas então diziam que ele fazia isto para esconder o olhar do diabo que surgia para auxiliá-lo. Mais coerente seria supor que ele se preocupava em esconder os acordes que bolava sozinho e não queria que outros músicos na platéia o copiassem.
Por volta de 1935, ele perambulava entre as cidades dos estados de Tennessee a Arkansas. Fez uma série de gravações em 1936, que circularam pelo sul e eventualmente chegariam a ser ouvidos pelo norte do país. As canções acabariam editadas em dois álbuns, anos depois de o artista falecer. Em 1937, tocaria com ele em ocasiões esporádicas Alex Miller (Sonny Boy Williamson, o segundo), assim como Elmore James e Howlin' Wolf, mas em geral Johnson se apresentava sozinho.
Morreu, acredita-se, no dia 16 de agosto de 1938. Como toda boa lenda, existem diversos rumores para explicar sua morte, mas em geral inclina-se a acreditar que um marido ciumento colocou veneno em sua garrafa de bebida. Johnson era famoso pela atração que causava nas mulheres, como também por atrair as chamadas "mulheres erradas". Ele veio a morrer três dias depois de envenenado, sofrendo dores estomacais horríveis durante esse tempo. Isto explicaria em parte as histórias que contam dele antes de morrer, andando de quatro e uivando como um cachorro, animal muitas vezes associado com o demônio. Continua!
(As matérias são elaboradas com informações obtidas através de pesquisas na internet, livros, vídeos e histórias de amigos)
Nascido em 1911, negro e descendente de escravos, o pequeno Robert foi criado em uma fazenda de algodão. Assim, trabalhando no campo desde criança, teve pouca instrução, aprendendo a tocar seu primeiro instrumento, a gaita, sozinho. Quando começou a entrar na maioridade, fugiu de casa para aprender a tocar violão com outro bluseiro de primeira, Son House.
Logo passou a tocar junto com os músicos que mais o influenciaram, Charlie Patton e Willie Brown, além do próprio Son House. Juntos, perpetuavam o que se costuma chamar de country blues; o blues rural ou delta blues, pois vinham da região do delta do Mississippi.
Com vinte anos, Johnson descobriu como fazer sua guitarra chorar usando o gargalo de uma garrafa quebrada, deslizando-a pelas cordas. Já se apresentando sozinho, foi o autor de uma série de composições que retratariam diversas amarguras da vida, desde a rejeição carnal até o desconforto espiritual.
Suas letras falam de amores violentos, como em "Ramblin' On My Mind" e amores perdidos como em "Love In Vain". Com um certo senso de sutileza, ele fala sobre sexo em letras como a de "Traveling Blues", onde utiliza analogias do tipo "Squeeze my lemon till my juice runs down my leg" ("Espreme meu limão até o suco escorrer pelas minhas pernas") frase hoje mais lembrada na voz de Robert Plant quando este pertencia ao Led Zeppelin. Johnson também falava de perseguição e desespero em canções como "Me And The Devil" e "Hellbound Trail". Essas letras ajudaram amarrar a lenda de um pacto entre o diabo e o bluesman, lembrado até hoje.
A LENDA - Conta-se que Robert Johnson caminhou até uma encruzilhada em uma noite de lua nova e lá ficou parado, com um cigarro de palha na boca e seu violão na mão. Reza a lenda que quando deu meia noite, o próprio diabo em forma de homem apareceu para afinar o instrumento. Robert então teria feito um pacto com o tinhoso para que ele o tornasse o maior bluesman que já havia caminhado pela terra.
A partir daí, todos que ouvem suas músicas são encantados por ela. Na verdade Robert Johnson tocava um violão excelente e é mais provável ser a inveja, a origem das lendas que apareceram.
Johnson costumava tocar quase que de costas para o seu público. As pessoas então diziam que ele fazia isto para esconder o olhar do diabo que surgia para auxiliá-lo. Mais coerente seria supor que ele se preocupava em esconder os acordes que bolava sozinho e não queria que outros músicos na platéia o copiassem.
Por volta de 1935, ele perambulava entre as cidades dos estados de Tennessee a Arkansas. Fez uma série de gravações em 1936, que circularam pelo sul e eventualmente chegariam a ser ouvidos pelo norte do país. As canções acabariam editadas em dois álbuns, anos depois de o artista falecer. Em 1937, tocaria com ele em ocasiões esporádicas Alex Miller (Sonny Boy Williamson, o segundo), assim como Elmore James e Howlin' Wolf, mas em geral Johnson se apresentava sozinho.
Morreu, acredita-se, no dia 16 de agosto de 1938. Como toda boa lenda, existem diversos rumores para explicar sua morte, mas em geral inclina-se a acreditar que um marido ciumento colocou veneno em sua garrafa de bebida. Johnson era famoso pela atração que causava nas mulheres, como também por atrair as chamadas "mulheres erradas". Ele veio a morrer três dias depois de envenenado, sofrendo dores estomacais horríveis durante esse tempo. Isto explicaria em parte as histórias que contam dele antes de morrer, andando de quatro e uivando como um cachorro, animal muitas vezes associado com o demônio. Continua!
(As matérias são elaboradas com informações obtidas através de pesquisas na internet, livros, vídeos e histórias de amigos)
O Blues e a história - Parte I
O Céu Adentro, blog que direciona as matérias da coluna Aperte o Play! do jornal Primeira Página de São Carlos-SP, está publicando uma série de reportagens sobre a história de um dos estilos mais adorados da música mundial, o blues!
As matérias são elaboradas com informações obtidas através de pesquisas na internet, livros, vídeos e histórias de amigos que amam este estilo tão maravilhoso. A idéia principal é sintetizar em alguns textos curtos um pouco da história do Blues mundial. Acompanhe as matérias e conheça todo o mistério, suspense e sentimento que fizeram do blues mais que um estilo de música.
AS ORIGENS - O blues sempre esteve profundamente ligado à cultura afro-americana, especialmente aquela oriunda do sul dos Estados Unidos (Alabama, Mississipi, Louisiana e Geórgia), dos escravos das plantações de algodão que usavam o canto, posteriormente definido como "blues", para embalar suas intermináveis e sofridas jornadas de trabalho.
São evidentes tanto em seu ritmo, sensual e vigoroso, quanto na simplicidade de suas poesias que basicamente tratavam de aspectos populares típicos como religião, amor, sexo, traição e trabalho. Com os escravos levados para a América do Norte no início do século XIX, a música africana se moldou no ambiente frio e doloroso da vida nas plantações de algodão.
Porém, o conceito de "blues" só se tornou conhecido após o término da Guerra Civil quando sua essência passou a servir como um meio de descrever o estado de espírito da população afro-americana. A cena, que acabou por tornar-se típica nas plantações do delta do Mississippi, era a legião de negros, trabalhando de forma desgastante, sobre o embalo dos cantos, os "blues".
Há várias versões sobre aquela que é a primeira composição típica de blues, assim como seu primeiro idealizador. Diz a lenda que o autoproclamado "Pai do Blues" W. C. Handy ouviu este tipo de música pela primeira vez em 1903, quando viajava clandestinamente em um vagão de trem e observava um homem que tocava violão com um canivete.
Daí teria surgido aquele que é dito como o primeiro blues da história, St. Louis Blues. Porém o mais correto a afirmar é que o blues surgiu de uma forma mais ambiental e progressiva do que uma única canção. De fato, a instrumentalização das work songs (canções de trabalho) foi o marco inicial para o surgimento do blues como estilo de música.
O primeiro nome popular a surgir como músico específico de blues foi o de Charley Patton, em meados da década de 20. Posteriormente, na mesma época, surgiram nomes como de Son House, Willie Brown, Leroy Carr, Bo Carter, Silvester Weaver, Blind Willie Johnson, Tommy Johnson entre outros. A princípio, a maioria das canções interpretadas eram cantos tradicionais como Catfish Blues e John The Revelator, canções essas que tiveram vários intérpretes e versões variadas no decorrer da história. Continua na próxima edição!
As matérias são elaboradas com informações obtidas através de pesquisas na internet, livros, vídeos e histórias de amigos que amam este estilo tão maravilhoso. A idéia principal é sintetizar em alguns textos curtos um pouco da história do Blues mundial. Acompanhe as matérias e conheça todo o mistério, suspense e sentimento que fizeram do blues mais que um estilo de música.
AS ORIGENS - O blues sempre esteve profundamente ligado à cultura afro-americana, especialmente aquela oriunda do sul dos Estados Unidos (Alabama, Mississipi, Louisiana e Geórgia), dos escravos das plantações de algodão que usavam o canto, posteriormente definido como "blues", para embalar suas intermináveis e sofridas jornadas de trabalho.
São evidentes tanto em seu ritmo, sensual e vigoroso, quanto na simplicidade de suas poesias que basicamente tratavam de aspectos populares típicos como religião, amor, sexo, traição e trabalho. Com os escravos levados para a América do Norte no início do século XIX, a música africana se moldou no ambiente frio e doloroso da vida nas plantações de algodão.
Porém, o conceito de "blues" só se tornou conhecido após o término da Guerra Civil quando sua essência passou a servir como um meio de descrever o estado de espírito da população afro-americana. A cena, que acabou por tornar-se típica nas plantações do delta do Mississippi, era a legião de negros, trabalhando de forma desgastante, sobre o embalo dos cantos, os "blues".
Há várias versões sobre aquela que é a primeira composição típica de blues, assim como seu primeiro idealizador. Diz a lenda que o autoproclamado "Pai do Blues" W. C. Handy ouviu este tipo de música pela primeira vez em 1903, quando viajava clandestinamente em um vagão de trem e observava um homem que tocava violão com um canivete.
Daí teria surgido aquele que é dito como o primeiro blues da história, St. Louis Blues. Porém o mais correto a afirmar é que o blues surgiu de uma forma mais ambiental e progressiva do que uma única canção. De fato, a instrumentalização das work songs (canções de trabalho) foi o marco inicial para o surgimento do blues como estilo de música.
O primeiro nome popular a surgir como músico específico de blues foi o de Charley Patton, em meados da década de 20. Posteriormente, na mesma época, surgiram nomes como de Son House, Willie Brown, Leroy Carr, Bo Carter, Silvester Weaver, Blind Willie Johnson, Tommy Johnson entre outros. A princípio, a maioria das canções interpretadas eram cantos tradicionais como Catfish Blues e John The Revelator, canções essas que tiveram vários intérpretes e versões variadas no decorrer da história. Continua na próxima edição!
Natalia Bertoli e a reinvenção da MPB
A música popular brasileira passa por um momento muito bom no que diz respeito a revelar novos talentos. Cantoras promissoras como Maria Gadu e Karina Buhr já fazem a cabeça do público a algum tempo e novos talentos surgem a cada dia no país.
Entre as novas promessas da MPB, a cantora Natalia Bertoli tem chamado a atenção do público nos últimos dias. Dona de uma voz toda particular e um estilo que mistura pop, música popular e rock, a jovem cantora, de apenas 21 anos, já dá indícios de que pode se tornar uma das novas divas da MPB brasileira.
No primeiro single, “Você chegou a ser”, já disponível para audição no YouTube, Natalia despeja boas doses de pop, acompanhadas por um violão muito bem trabalhado e uma letra que demonstra um sentimentalismo a lá Cássia Eller. O disco que vem por aí, contará com 11 músicas e seguirá a linha pop/rock nacional, com grande destaque para a voz rouca e cativante da cantora. As canções também contam com a parceria de Luis Gustavo Pereira da Silva.
Em entrevista a coluna Aperte o Play!, Natalia, que mora em Taquaritinga, no interior de São Paulo, fez questão de ressaltar o sonho de ter a música como atividade principal para sua vida. “A música é a minha vida” disse. Com relação as influências, Natalia apontou grandes nomes da música brasileira como sendo fontes de inspiração para o seu trabalho. “Gosto de Cazuza, Cássia Eller, Engenheiros do Hawaii, entre outros” afirmou.
(Com informações da coluna Aperte o Play! do jornal Primeira Página de São Carlos/SP)
Entre as novas promessas da MPB, a cantora Natalia Bertoli tem chamado a atenção do público nos últimos dias. Dona de uma voz toda particular e um estilo que mistura pop, música popular e rock, a jovem cantora, de apenas 21 anos, já dá indícios de que pode se tornar uma das novas divas da MPB brasileira.
No primeiro single, “Você chegou a ser”, já disponível para audição no YouTube, Natalia despeja boas doses de pop, acompanhadas por um violão muito bem trabalhado e uma letra que demonstra um sentimentalismo a lá Cássia Eller. O disco que vem por aí, contará com 11 músicas e seguirá a linha pop/rock nacional, com grande destaque para a voz rouca e cativante da cantora. As canções também contam com a parceria de Luis Gustavo Pereira da Silva.
Em entrevista a coluna Aperte o Play!, Natalia, que mora em Taquaritinga, no interior de São Paulo, fez questão de ressaltar o sonho de ter a música como atividade principal para sua vida. “A música é a minha vida” disse. Com relação as influências, Natalia apontou grandes nomes da música brasileira como sendo fontes de inspiração para o seu trabalho. “Gosto de Cazuza, Cássia Eller, Engenheiros do Hawaii, entre outros” afirmou.
(Com informações da coluna Aperte o Play! do jornal Primeira Página de São Carlos/SP)
Assinar:
Postagens (Atom)



