segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

*Grandes mestres da MPB – Raimundo Fagner

Raimundo Fagner nasceu em 13 de outubro de 1949 e foi registrado na cidade de Orós, no interior do estado do Ceará. Aos seis anos ganhou um concurso infantil na rádio local, cantando uma canção em homenagem ao dia das mães. Na adolescência, formou grupos musicais vocais e instrumentais e começou a compor suas próprias músicas. Venceu em 1968 o IV Festival de Música Popular do Ceará com a música "Nada Sou", parceria sua com Marcus Francisco. Tornou-se popular no estado em 1969, após comparecer em programas televisivos de auditório na TV Ceará, e juntou-se a outros compositores cearenses como Belchior, Jorge Mello, Rodger Rogério, Ednardo e Ricardo Bezerra. O grupo ficou conhecido como "o pessoal do Ceará".


Em 1970 mudou-se para Brasília para estudar arquitetura, participou do Festival de Música Popular do Centro de Estudos Universitários de Brasília com "Mucuripe" (parceria com Belchior), e classificou-se em primeiro lugar. A partir de então, Fagner consegue despertar a atenção da imprensa do Sudeste, sendo suas canções intensamente executadas nos bares da capital do país.

Em 1971 foi para o Rio de Janeiro, onde Elis Regina gravou "Mucuripe", que se tornou o primeiro sucesso de Fagner como compositor e cantor. O primeiro LP, Manera Fru Fru, Manera, veio em 1973, incluindo "Canteiros", um de seus maiores sucessos, música sobre poesia de Cecília Meireles.

Apesar de tudo, o Disco vendeu apenas 5 mil cópias e foi retirado de catálogo, e só foi relançado em 1976. O cantor fez, também em 1973, a trilha sonora do filme "Joana, a Francesa", que o levou à França, onde teve aulas de violão flamenco e canto. De volta ao Brasil, gravou no ano de 1975 seu segundo álbum de estúdio, intitulado "Ave Noturna". O disco atingiu um sucesso considerável de vendas, e pela primeira vez, Fagner teve uma de suas canções na trilha sonora de uma novela, "Beco dos Beleiros", de Petrício Maia e Brandão, na novela "Ovelha Negra" da TV Tupi. Seu terceiro disco, intitulado apenas Raimundo Fagner, foi um sucesso de vendas. Este álbum marcava a entrada de Fagner aos repertórios românticos.

Ao mesmo tempo grava músicas de sambistas, como "Sinal Fechado", de Paulinho da Viola e outros trabalhos, como seu quarto disco, Orós de 1977, disco que teve arranjos e direção musical de Hermeto Pascoal. Fechando a década de 1970, lançou mais dois discos: Eu Canto (1978) com outro poema de Cecília Meireles – "Motivo" e Beleza (1979). Fagner foi considerado pelos leitores da Revista Playboy, o melhor cantor do ano de 1979, em segundo lugar ficou Roberto Carlos.

Nos anos 1980 Fagner manteve o lado nordestino, e se dividia ao mesmo tempo com o romantismo. O primeiro LP dos anos 1980 foi Eternas Ondas, que teve na parte instrumental Zé Ramalho, Dominguinhos, Naná Vasconcelos, e muitos outros. Em 1981, Fagner gravou o álbum Traduzir-se um grande marco em sua carreira . Também em 1981, lançou um álbum em espanhol, um antigo sonho de carreira. Em 1982 lançou Sorriso Novo, que tinha como canções, poemas de Fernando Pessoa e Florbela Espanca musicados por Fagner.

Em 1983 gravou Palavra de Amor, que teve participação do grupo Roupa Nova, e Chico Buarque. Nos anos seguintes, gravou os discos A Mesma Pessoa e Semente. Em 1986 lançou o disco Fagner - A lua do Leblon, que superou a marca de 300 mil cópias vendidas. Em 1987, Fagner lançou mais um disco: Romance no Deserto (título em português de uma canção composta e gravada por Bob Dylan no álbum Desire). Este disco superou a marca de 1 milhão de cópias vendidas, e foi lançado também nos Estados Unidos. As canções "Deslizes" e "À Sombra de Um Vulcão" ficaram por mais de 700 dias entre as mais tocadas do Brasil. O último disco da década, O Quinze, décimo quinto disco da carreira de Fagner, recebeu o Prêmio Sharp de melhor álbum do ano.

O primeiro álbum da década, Pedras Que Cantam de 1991 teve como primeira canção de trabalho "Borbulhas de Amor", que tornou-se imediatamente sucesso nacional. O disco recebeu disco de platina tripla por vender 750 mil exemplares, e as canções "Borbulhas de Amor", "Pedras Que Cantam" e "Cabecinha no Ombro" ficaram durante oito meses nos primeiros lugares nas rádios do Brasil. Fagner passou dois anos sem lançar um disco novo. Foram vinte meses de preparo até que o disco Demais fosse lançado em maio de 1993. No ano seguinte lançou o disco Caboclo Sonhador, desta vez com clássicos do forró, com versões de canções de Dominguinhos, Luiz Gonzaga e vários outros. O disco não possui nenhuma canção de sua autoria. Em 1995 fixou moradia em Fortaleza, e lançou mais um álbum: Retratos. O álbum recuperou canções do fim dos anos 1970, ainda não gravadas por Fagner. O vigésimo álbum de sua carreira foi lançado em 1996 com o título de Pecado Verde. Neste mesmo ano, Fagner completava 23 anos de carreira artística. O último disco da década de 1990 foi Terral, que não possuía nenhuma canção de sua autoria.

Em 2001, gravou o disco Fagner que tem canções em parceria com Zeca Baleiro, Fausto Nilo, Abel Silva e Cazuza. A parceria de Fagner e Zeca Baleiro rendeu uma série de shows pelo Brasil. Em 2004, Fagner lançou o álbum Donos do Brasil. O Penúltimo disco lançado por Fagner foi Fortaleza, em 2007 e posteriormente lançou "Uma canção no Rádio" em 2009.

*Da coluna Aperte o Play! Editada semanalmente no jornal Primeira Página
(Com informações retiradas da internet)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

*Grandes mestres da MPB – João do Vale

Continuando a série de reportagens sobre os grandes mestres da MPB, vou abordar hoje um pouco da obra do mestre João do Vale. De origem humilde, João sempre gostou muito de música. Nascido no pequeno município de Pedreiras no interior do Maranhão, aos 13 anos se mudou para São Luís. Na capital, participou de um grupo de bumba-meu-boi, o Linda Noite, como "amo" (pessoa que faz os versos). Dois anos depois, começou sua viagem para o Sul, sempre em boleias de caminhões. Passou a frequentar programas de rádio, para conhecer os artistas e apresentar suas composições, em maioria baiões.

Depois de dois meses de tentativas, teve uma música de sua autoria “Cesário Pinto” gravada por Zé Gonzaga, essa canção fez sucesso no Nordeste. Em 1953, a cantora Marlene lançou em disco mais uma canção de João “Estrela miúda”, que também teve êxito. Após isso outros cantores, como Luís Vieira e Dolores Duran, gravaram então músicas de sua autoria. Em 1964 estreou como cantor no restaurante Zicartola, onde nasceu a ideia do show Opinião, dirigido por Oduvaldo Viana Filho, Paulo Pontes e Armando Costa, que foi apresentado no teatro do mesmo nome, no Rio de Janeiro.

Participou desse espetáculo ao lado de Zé Kéti e Nara Leão, tornando-se conhecido principalmente pelo sucesso de sua música Carcará (com José Cândido), a mais marcante do espetáculo, que lançou Maria Bethânia como cantora. Como compositor, em 1969 fez a trilha sonora de Meu nome é Lampião (Mozael Silveira). Depois de se afastar do meio musical por quase dez anos, lançou em 1973 “Se eu tivesse o meu mundo” (com Paulinho Guimarães) e em 1975 participou da remontagem do Show Opinião, no Rio de Janeiro.

João do Vale tem dezenas de músicas gravadas e algumas delas deram popularidade a muitos cantores como “Peba na pimenta” (com João Batista e Adelino Rivera), gravada por Ari Toledo, e “Pisa na fulo” (com Ernesto Pires e Silveira Júnior) e “baião de 1957” gravado por ele mesmo são grandes exemplos. Em 1982 gravou seu segundo disco, ao lado de Chico Buarque, que no ano anterior, havia produzido o LP “João do Vale convida”, com participações de Nara Leão, Tom Jobim, Gonzaguinha e Zé Ramalho, entre outros. Em 1994, Chico Buarque voltou a reverenciar o amigo, reunindo artistas para gravar o disco “João Batista do Vale”, que ganhou o prêmio Sharp de melhor disco regional.

João do Vale partiu para o andar de cima em 6 de dezembro de 1996, mas é considerado até hoje um dos maiores e mais inspirados cantores de toda a história da MPB e por isso é reverenciado por milhares de fãs em todo o Brasil. Infelizmente, o artista fez parte de uma geração marginalizada da música popular, porém seu nome continua forte no cenário nacional e é constantemente lembrado por diversos artistas que ele ajudou a catapultar.

*Da coluna Aperte o Play! Editada semanalmente no jornal Primeira Página
(Com informações retiradas da internet)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Resenha - Eletrofan e Vespas Mandarinas – Sesc Araraquara 13-02-2011

Já fazia tempo que um domingo a tarde não parecia ser tão promissor em Araraquara. O calor estava infernal, mesmo assim a galera colou em peso no Sesc para conferir o som das bandas Eletrofan e Vespas Mandarinas, certeiramente escaladas pela produção do local.

A platéia que chegava de toda a região misturava rockeiros (as) antigos, pessoal da nova geração, famílias de banhistas devidamente trajados (é sério), respeitáveis senhoras sentadas em frente ao palco acompanhando atentamente o espetáculo, casais de namorados, crianças afoitas correndo pra lá e pra cá entre outros seres não muito comuns neste tipo de evento, mas tudo gente fina da melhor qualidade. No palco a promessa era de rock and roll sangue nos olhos, e já na passagem de som o bicho tava pegando geral.

Após os devidos ajustes, a banda araraquararense Eletrofan subiu ao palco para dar início ao espetáculo. Já conhecida por boa parte da galera, a tropa abriu o show com Slow growing seed, uma das músicas mais legais do recém lançado álbum Day Sky/Night Sky, e foi aplaudida por um público em êxtase.

Após o início feroz, mais uma coleção de sons de primeiríssima linha foram despejados nos ouvidos da galera. Músicas como Naked in My Mind, Getting Better, Like a Vampire, Girlfriend Curse, Get Me Wrong quase botaram o palco abaixo. Quando todos já estavam mais que satisfeitos, dois coelhos saíram da cartola para incendiar o palco já efervecente. A cantora Ekena Monteiro, que participou da execução de Why Don´t You... e Chuck Hipolito, que acompanhou o quarteto na maravilhosa Impossible. Essa última, talvez o maior destaque de Day Sky/Night Sky, foi cantada em uníssono também pelo público.

Vale aqui uma menção especial ao baixista da banda, Ali Junior, que mostrou uma habilidade absurda no instrumento, fazendo a cozinha perfeita com a bateria destruidora de Mark Paschoal. Poucas bandas no Brasil têm o entrosamento destes dois seres.

Na guitarra, é importante dizer, um show a parte. Armado de uma Fender Telecaster preta (sonho de consumo deste que vos escreve) e seguindo a linha de gênios como Paul Banks, Jon Buckland e Mick Jones, o guitarrista Itaici Perez fez chover no palco do Sesc. Destaque especial para os timbres absurdos tirados que brotavam desesperados das caixas de som.

No vocal, Willian Albino foi o frontman ideal para uma banda entrosada e criativa. Me pareceu uma mistura perfeita entre Matthew Bellamy e Mike Patton. Precisa falar mais?

Após a apresentação da Eletrofan, pausa se 5 minutos para uma cerveja gelada e logo subiriam ao palco as Vespas Mandarinas.

Essa banda é um caso a parte. Formada por Chuck Hipolitho (Guitarra e voz), Thadeu Meneghini (Guitarra e voz) André Dea (Bateria – Sugarkane) e Flavio Guarnieri (Baixo – Sugarkane) os caras são um exemplo vivo de que ainda há vida e esperança dentro rock and roll nacional.

Antes do show, conversando com Chuck no balcão do restaurante do Sesc, enquanto esperava meu almoço, deu pra sacar que os caras estavam animados. A prova final veio do espetáculo armado pela tropa paulistana que com guitarras no talo, baixo bem alinhado e a bateria insana abriram caminho para um rock and roll alcoólico, com refrões fudidos e letras bem escritas.

Quem viu de perto as execuções de Cobra de Vidro, Livre Demais, Impróprio entre outras, sabe do que eu to falando. Fazia tempo que eu não via uma banda tão empolgada no palco, com direito a solos no melhor estilo Rolling Stones de Thadeu e Chuck e quebradas vibrantes de André e Flavio. O show foi mais curto do que a gente gostaria, mas nem por isso menos empolgante. Ao final, executaram Pesadilla Blues, misto de hard rock e blues e Sem nome (já conhecida pelo clipe). Após muitos aplausos e pedidos da platéia, fecharam os trabalhos com Flores, cover clássico dos Titãs. Simplesmente Foda.

Domingo à tarde, duas bandas ferozes, num lugar bacana (que incrivelmente fica no interior) e com entrada gratuita. Quem ficou em casa não sabe o que perdeu. Quem foi ao show sabe o que ganhou. Conclusão, nem tudo está perdido, muito menos o rock. Eletrofan e Vespas Mandarinas que o digam!

Vocês podem conferir mais fotos nesse link: http://migre.me/3T8nv

Fotos: Elsonora Press
Quem tiver fotos do show, manda aí que eu posto e dou os créditos.

*Grandes mestres da MPB: Luiz Gonzaga

É com muito orgulho que trago para esta coluna dominical um pouco da história daquele que é um dos maiores nomes da música e cultura popular deste país de todos os tempos, Luiz Gonzaga do Nascimento, conhecido como Gonzagão ou Rei do Baião.

O homem nasceu na fazenda Caiçara, no sopé da Serra de Araripe, zona rural de Exu, sertão de Pernambuco, local que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente. O lugar seria revivido anos mais tarde em "Pé de Serra", uma de suas primeiras composições. Seu pai, Januário, trabalhava na roça, e nas horas vagas tocava acordeão (também consertava o instrumento). Foi com ele que Luiz Gonzaga aprendeu a tocar.

Antes dos dezoito anos, apaixonou por Nazarena, uma moça da região e, repelido pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, ameaçou-o de morte, o que lhe rendeu uma sua por parte dos pais.

Revoltado, Luiz fugiu de casa e ingressou no exército em Crato, Ceará. A partir dali, viajou por vários estados brasileiros, como soldado.

Em 1939, deu baixa do Exército no Rio de Janeiro, decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar em bordéis e casas de show sem muita reputação. No início, apenas solava acordeão (instrumentista) tocando choros, sambas, fox e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros.

Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, após certo reconhecimento, foi contratado pela Rádio Nacional e lá conheceu o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Foi desse contato que surgiu a ideia de apresentar-se vestido de vaqueiro, figurino que o consagrou como artista.

Em 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira.

Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odalisca Guedes deu à luz um menino. Luiz Gonzaga tinha um caso com a moça, iniciado provavelmente quando ela já estava grávida, e assumiu a paternidade do rebento, adotando-o e dando-lhe seu nome, Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. Gonzaguinha foi criado pelos seus padrinhos, com a assistência financeira do artista.

Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu e o reencontro com seu pai é narrado em uma de suas composições mais famosas e emocionantes, Respeita Januário, parceria com Humberto Teixeira. Em 1948, casa-se com a professora pernambucana Helena Neves Cavalcanti e ambos adotaram uma menina que foi batizada com o nome Rosa do Nascimento, a Rosinha.

Seu maior sucesso, "Asa Branca" foi gravado em 1947 e desde então foi regravado por diversos artistas. Em 1954 teve seu auge de popularidade, e conseguiu um sucesso avassalador que lançou a moda do baião e do acordeom para todo o Brasil e até internacionalmente. Depois disso, com a ascensão da bossa nova, se afastou um pouco dos grandes centros e passou a se apresentar em cidades do interior, onde sempre continuou extremamente popular.

Nos anos 70 e 80 foi voltando à cena, em muito graças às releituras de sua obra feitas por artistas como Geraldo Vandré, Caetano Veloso, Gilberto Gil, seu filho Gonzaguinha e Milton Nascimento. Algumas de suas músicas mais conhecidas são Vozes da Seca, Algodão, Danado de Bom, Tá Bom Demais, O Xote das Meninas, Juazeiro, Asa Branca, Respeita Januária entre muitas outras.

O mestre Gonzagão partiu dia 2 de agosto de 1989 vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Seu corpo foi velado em Juazeiro do Norte e posteriormente sepultado em seu município natal.

Nota do colunista – Nasci em Crato, interior do Ceará, cidade encravada no Pé da Serra do Araripe, muito próxima a Exu e desde criança ouço Gonzagão por influencia dos meus pais. Meu pai, inclusive, define bem o que o mestre Luiz Gonzaga representa para o povo local. “Ele era o rei do nordeste, o reio do baião. De longe se via o chapéu do homem, de perto ele se fazia brilhar”.
 
Da coluna Aperte o Play! Editada semanalmente no jornal Primeira Página
(Com informações retiradas da internet)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Vagas de emprego para Jornalistas!

O mercado de comunicação está em franca expansão atualmente e as vagas de trabalho estão pipocando em diversas empresas do ramo da comunicação ou não.
Para ajudar aqueles que estão em busca de um emprego, ou mesmo de um estágio na área de jornalismo, comunicação empresarial, revisão, diagramação ou áreas correlatas, seguem algumas vagas que surgiram na internet nos últimos dias. Mais abaixo alguns links que disponibilizam vagas quase que diariamente. Fiquem todos atentos!

Vagas de emprego:

Estágio aberto para jornalismo na @tvesaocarlos - http://migre.me/3QmfB

CAMPINAS, SP - AN. REDES SOCIAIS - Agência Pitanga seleciona, c/ min. 6 meses exp. Até 14/2. http://bit.ly/h0vmRo

CURITIBA - Concurso do CRM-PR oferece duas vagas para jornalista. R$2158. Inscrições até 11/2. http://j.mp/hS0lAd

SP(V. Madalena)- ASSIST. COMUNICAÇÃO Instituto Sou da Paz seleciona até 14/2. Mais detalhes: http://bit.ly/ieTW41

SP-ASS.IMP p/atendimento a núcleo de gestão e saúde. Exp. em saúde e inglês fluente. CV para cristiane.fernandes@xcomunicacao.com.br

SP-ASS.IMP exp. em TI, p/atendimento pleno. CV p/ katia.silva@agenciaideal.com.br

SP-REPÓRTER revista técnica seleciona. Pref. recém-formados, c/bom texto e conhecimento de inglês. CV p/ sm@arandanet.com.br

SP-ASS.IMP exp. áreas entretenimento, cultura e gastronomia. Trab. full-time. CV p/ euquero@idearia.com.br

SP-JORNALISTA TEMP. p/cob. BBB11 tarde/madrugada. Trab. 16-1h e aos fins de semana, das 18-2h. R$2500+VT+VR mariana.lanza@corp.terra.com.br

SP - JORNALISTA FRILA - portal de moda seleciona recém-formado. Mais detalhes: http://dld.bz/KwNY

Para mais vagas, sigam os seguintes perfis no Twitter:
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